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O que é barato sai caro!

  • Por Luís Elvas Martins
  • 03 de Dezembro, 2014
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Falar de consultoria provoca nas pessoas reações e sentimentos muito comuns e em geral, pouco abonatórios; há que reconhecê-lo.

Entre as várias razões, que estão na origem de alguns dos mitos, desconfianças e mal-entendidos, poderíamos referir entre outras:

Os processos mediáticos que inundam noticiários, redes sociais e blogs, envolvendo escândalos financeiros, abuso de informação privilegiada, tráfego de influências…;

A associação da consultoria a processos de reestruturação e de recuperação muito penosos;  

O sentimento de que "a consultoria é cara", logo inacessível para a esmagadora maioria das organizações;

A circunstância de não existir uma certificação de competências específica, o que faz com que "qualquer um" possa ser consultor;

O entendimento de que o trabalho que os consultores fazem, qualquer um o pode fazer;

O facto de não existirem requisitos, que tornem "obrigatório" o recurso aos serviços de consultoria.

Ilações como estas resultam de uma visão parcial do papel dos consultores que, em geral, trabalham de forma discreta e sem protagonismos, dando o melhor de si e ajudando a construir projectos de excelência, lado a lado com os seus Clientes, apontando caminhos, propondo metodologias e melhorando processos.

O principal valor daqueles que exercem esta actividade com ética e que representam a larga maioria, é a Confiança, o seu foco é a Criação de Valor Sustentável para os Clientes e os seus alicerces são a Experiência e o Conhecimento.  

Os mitos e os mal-entendidos combatem-se com o conhecimento; pelas experiências vividas e testemunhadas por terceiros ou por nós próprios. O desafio hoje e agora é fazê-lo na primeira pessoa, agarrando as oportunidades que nos fogem por falta de meios, conhecimentos e competências.

Para que ninguém tenha que "pagar para ver", isto é, para que não seja apenas uma das partes a assumir o ónus de uma relação contratual, criaram-se os contratos com base nos resultados, ainda pouco usados entre nós, mas que fazem depender a remuneração (no todo ou em parte) dos resultados obtidos. Desta forma, a remuneração, que é estabelecida em função do risco, fica indexada aos resultados obtidos, o que ajuda a dissipar dúvidas e desconfianças. Uma opção que é, acima de tudo, muito mais justa para as partes envolvidas, porque premeia resultados, em vez de remunerar simplesmente a prestação formal dos serviços.

Desde meados do mês de Novembro, está no terreno o Portugal 2020, conjunto de programas comunitários que se propõem investir mais de 25 mil milhões de euros, até 2020, na economia portuguesa. Só os fundos destinados às PME representam mais de 6 mil milhões. Certamente que não quereremos deixar passar ao lado a oportunidade que representa o acesso a apoios tão significativos, que poderão ajudar as nossas organizações a enfrentar e vencer os desafios com que permanentemente estão confrontadas.

É importante que esta não seja mais uma oportunidade perdida, pelo que é chegada a hora de começar a preparar e submeter as candidaturas ao programa. E no momento de escolher os parceiros, com que vai realizar a longa caminhada, não se esqueça de um argumento, que certamente lhe é caro e que também utiliza, não apenas, quando procura "convencer" os Clientes das virtudes da sua proposta de valor e dos riscos que correm por basearem as suas escolhas apenas no fator preço, ou seja,"o que é barato sai caro".

Artigo escrito por Luís Elvas Martins

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